{"id":3113,"date":"2015-01-19T08:46:18","date_gmt":"2015-01-19T11:46:18","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.dialhost.com.br\/?p=3113"},"modified":"2015-01-19T08:46:18","modified_gmt":"2015-01-19T11:46:18","slug":"vicios-e-manias-de-quem-aprende-programar-sozinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dialhost.com.br\/blog\/vicios-e-manias-de-quem-aprende-programar-sozinho\/","title":{"rendered":"V\u00edcios e manias de quem aprende a programar sozinho"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_2815\" aria-describedby=\"caption-attachment-2815\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/blog.dialhost.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/conselhos2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-2815\" src=\"http:\/\/blog.dialhost.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/conselhos2.jpg\" alt=\"Imagem ilustrativa: Tela de c\u00f3difica\u00e7\u00e3o\" width=\"700\" height=\"260\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2815\" class=\"wp-caption-text\">Imagem ilustrativa: Tela de codifica\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Atualmente, \u00e9 muito comum encontrar desenvolvedores, programadores e demais profissionais que aprenderam a programar sozinhos. Neste artigo vou comentar um pouco sobre os tipos de v\u00edcios e manias que acabo vendo em profissionais com este perfil.<\/p>\n<p>Para come\u00e7ar, gostaria de destacar que fiz quest\u00e3o de n\u00e3o utilizar a palavra autodidata. O motivo \u00e9 que este termo certamente n\u00e3o tem mais a mesma conota\u00e7\u00e3o e peso que tinha h\u00e1 algum tempo atr\u00e1s. Isso se deve \u00e0 necessidade de sempre aprender coisas novas da \u00e1rea e \u00e0 grande quantidade e facilidade de acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edvel na Internet, especialmente para desenvolvedores. Sendo assim, n\u00e3o acredito que utilizar o termo autodidata contribui para expressar o tipo de pessoa que possui os comportamentos que vou descrever aqui. Afinal de contas, somos todos autodidatas em algum n\u00edvel e isso n\u00e3o torna necessariamente algu\u00e9m melhor ou pior que outra pessoa.<\/p>\n<p>Outro aspecto que \u00e9 importante citar antes de descrever os v\u00edcios e manias, \u00e9 que tenho no\u00e7\u00e3o do fato que nem todo mundo que aprendeu a programar sozinho pode ter os v\u00edcios e manias que citei aqui. Sim, eu sei que muita gente passa longe das atitudes descritas, mas, infelizmente, durante a minha experi\u00eancia profissional, tenho visto muitos perfis comprovando que, de fato, o aprendizado individual acaba fortalecendo v\u00edcios nada adequados para o ambiente de trabalho profissional com programa\u00e7\u00e3o. Destaco tamb\u00e9m que n\u00e3o tenho nada contra quem aprende programa\u00e7\u00e3o sozinho, at\u00e9 porqu\u00ea sou um forte incentivador e produtor de conte\u00fado para este p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Dificuldade no trabalho com uma equipe<\/strong><\/p>\n<p>Quem aprende a programar sozinho est\u00e1 acostumado a passar horas e horas isolado ou com pouca intera\u00e7\u00e3o com outras pessoas. Enquanto este isolamento auxilia na concentra\u00e7\u00e3o e esfor\u00e7o mental, ele possui um efeito colateral: a falta de entrosamento e a pouca aptid\u00e3o para se trabalhar em equipe. Esta dificuldade envolve muitos pontos, mas vou me concentrar em apenas tr\u00eas: dificuldade de comunica\u00e7\u00e3o, desprezo por opini\u00f5es divergentes e atritos no relacionamento com superiores.<\/p>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das mais importantes habilidades (soft skills) quando se trabalha com programa\u00e7\u00e3o em uma equipe. \u00c9 preciso saber avisar o que foi feito, pedir opini\u00f5es, comunicar problemas, descrever cen\u00e1rios, solicitar tarefas, negociar prazo e mais uma s\u00e9rie de outras atividades que n\u00e3o podem ser feitas sem boas habilidades comunicativas. Contudo, as pessoas que aprendem a programar desenvolvem um v\u00edcio que chamo de economia verbal, pois na mente destas pessoas quanto menos palavras forem ditas, melhor. \u00c9 complicado conversar com um profissional com este v\u00edcio em uma reuni\u00e3o, por exemplo, pois ele est\u00e1 t\u00e3o aplicado em seu pensamento que praticamente despreza e d\u00e1 o m\u00ednimo de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Muitos programadores que conheci possu\u00edam uma resist\u00eancia e desprezo pelas sugest\u00f5es, opini\u00f5es ou coment\u00e1rios relacionados aos c\u00f3digos que eles escreveram, especialmente quando se cita alguma falha, problema ou poss\u00edvel melhoria. Estas atitudes mostram que h\u00e1 um forte senso de propriedade (algo como \u201co c\u00f3digo \u00e9 meu e eu sei o que fa\u00e7o!\u201d) e falta de traquejo social para aceitar que nem sempre suas \u201ccrias\u201d s\u00e3o as mais bonitas ou funcionam da melhor maneira poss\u00edvel. A prov\u00e1vel raz\u00e3o deste comportamento \u00e9 que quando a programa\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada por uma pessoa que aprendeu sozinha, ela n\u00e3o recebeu cr\u00edticas, aconselhamento, opini\u00f5es, revis\u00e3o e outros inputs durante seu aprendizado. Esta falta de um par extra de olhos acaba levando o programador a adotar atitudes defensivas e, \u00e0s vezes, at\u00e9 agressivas quando ele se depara com o que outras pessoas acham do seu c\u00f3digo.<\/p>\n<p>O aprendizado individual acaba reduzindo a no\u00e7\u00e3o de que durante o trabalho provavelmente teremos algum tipo de hierarquia, onde uma ou mais pessoas v\u00e3o assumir pap\u00e9is de lideran\u00e7a. Quando se aprende sozinho, o aprendiz \u00e9 o seu pr\u00f3prio chefe e a cobran\u00e7a \u00e9 dele para ele mesmo. Contudo, no mundo real as coisas s\u00e3o um pouco diferentes, pois superiores (gerentes de projeto, supervisores, coordenadores e outros) possuem formas diferentes de pedir tarefas, cobrar resultados, trocar prioridades e gerenciar pessoas. Este conflito acaba levando a situa\u00e7\u00f5es onde h\u00e1 algum n\u00edvel de insubordina\u00e7\u00e3o que pode levar a a\u00e7\u00f5es punitivas. Na melhor das hip\u00f3teses, o aprendiz reconhece que ele deve ficar quieto, ouvir e obedecer. Na pior das hip\u00f3teses, pessoas abandonam equipes e juram que nunca mais v\u00e3o trabalhar sob a supervis\u00e3o de outros profissionais.<\/p>\n<p><strong>Falta de padroniza\u00e7\u00e3o na codifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Quem aprende a programar sozinho presta pouca ou nenhuma aten\u00e7\u00e3o a detalhes como, por exemplo, a padroniza\u00e7\u00e3o dos nomes de elementos do programa. Se, por um lado, esta tarefa requer mais esfor\u00e7o e consome um pouco mais de tempo na codifica\u00e7\u00e3o, por outro lado ela facilita muito a manuten\u00e7\u00e3o do c\u00f3digo.<\/p>\n<p>Apesar de muitos materiais did\u00e1ticos, cursos, v\u00eddeos e outros recursos de ensino de programa\u00e7\u00e3o recomendarem o uso de padr\u00f5es de codifica\u00e7\u00e3o, ainda \u00e9 muito comum encontrar profissionais que ou fogem destas pr\u00e1ticas ou as implementam de forma parcial. Este tipo de comportamento acontece com todo mundo durante a carreira, mas tenho visto uma tend\u00eancia muito forte ao desrespeito aos padr\u00f5es de codifica\u00e7\u00e3o para nomes de vari\u00e1veis, classes, m\u00e9todos, fun\u00e7\u00f5es, procedures, interfaces e outros elementos de programa\u00e7\u00e3o em profissionais que aprenderam a programar sozinhos.<\/p>\n<p>Em alguns momentos, a coisa ficou t\u00e3o comum que j\u00e1 tive a impress\u00e3o que estava perante uma epidemia de nomes ruins utilizados em vari\u00e1veis, m\u00e9todos, fun\u00e7\u00f5es e procedures.\u00a0 A vacina? Revis\u00e3o de c\u00f3digo e regras que for\u00e7am certos padr\u00f5es ao ponto do c\u00f3digo fonte n\u00e3o ser utilizado por ter uma qualidade abaixo do m\u00ednimo aceit\u00e1vel para que outra pessoa trabalhe com ele no futuro \u2013 mesma se esta pessoa for o autor original deste c\u00f3digo e que o programa esteja atendendo os requisitos funcionais.<\/p>\n<p><strong>Falta de conhecimento de ferramentas do mercado<\/strong><\/p>\n<p>Quem est\u00e1 aprendendo a programar geralmente escolhe alguma linguagem, ambiente, plataforma ou tecnologia para \u201cpegar o jeito da coisa\u201d. Agir desta maneira \u00e9 OK, mas \u00e9 preciso lembrar que uma coisa \u00e9 como voc\u00ea est\u00e1 aprendendo e outra \u00e9 como o mercado e as empresas usam esta tecnologia.<\/p>\n<p>Por exemplo: durante o aprendizado b\u00e1sico de cria\u00e7\u00e3o de CRUDs raramente s\u00e3o citados aspectos de controle de transa\u00e7\u00e3o para situa\u00e7\u00f5es, onde h\u00e1 a possibilidade de opera\u00e7\u00f5es conflitantes. J\u00e1 na realidade, \u00e9 relativamente comum encontrar problemas cl\u00e1ssicos como deadlocks, phanton records e outros que v\u00eam de reboque quando um sistema come\u00e7a a ter muitos usu\u00e1rios e alguma atitude para atender a escalabilidade j\u00e1 foi tomada.<\/p>\n<p>Outro exemplo cl\u00e1ssico \u00e9 a falta de conhecimento e uso de sistemas de controle de vers\u00e3o. Afinal de contas, quem aprendeu sozinho n\u00e3o se depara com a necessidade de compartilhar seu c\u00f3digo com outras pessoas. Esta falta de conhecimento e uso de ferramentas de controle de vers\u00e3o (GitHub, CVS, Mercurial, Team Foundation e outras) \u00e9 t\u00e3o not\u00f3ria quanto o desconhecimento de ferramentas de automa\u00e7\u00e3o de build como o ANT, Maven e Gradle. Devido \u00e0 necessidade de uso destas ferramentas nas empresas, \u00e9 praticamente obrigat\u00f3rio um treinamento de novos colaboradores nestas tecnologias (o que acaba consumindo tempo e recursos valiosos que poderiam ser empregados em outras tarefas mais nobres).<\/p>\n<p>Por fim, a pr\u00e1tica de revis\u00e3o de c\u00f3digo (code review) soa como algo alien\u00edgena para quem estuda sozinho, afinal de contas por que eu pediria para algu\u00e9m revisar o meu c\u00f3digo enquanto estou aprendendo? Bem, sem entrar mais detalhes, basta dizer que sess\u00f5es de revis\u00e3o de c\u00f3digo n\u00e3o podem mais ser consideradas um luxo, uma vez que seus benef\u00edcios j\u00e1 foram largamente comprovados em diversos estudos e situa\u00e7\u00f5es reais.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o investir na documenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A documenta\u00e7\u00e3o de c\u00f3digo pode assumir v\u00e1rios formatos e, independente de como ela exista, \u00e9 muito importante investir na sua cria\u00e7\u00e3o. Esta documenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 \u00fatil apenas para ajudar a esclarecer aspectos t\u00e9cnicos, mas tamb\u00e9m para organizar e gerenciar o trabalho de todos os profissionais envolvidos em um projeto de software, seja no presente ou no futuro.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que alguns podem pensar, a documenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas um trabalho desnecess\u00e1rio que toma tempo e torna tudo mais lento. Ela \u00e9 um item obrigat\u00f3rio em qualquer projeto, servindo a v\u00e1rios prop\u00f3sitos. Contudo, por quest\u00f5es culturais e outros motivos tradicionalmente o brasileiro n\u00e3o \u00e9 conhecido pelas suas habilidades de organiza\u00e7\u00e3o e documenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Novamente, uma forma de tra\u00e7ar a origem deste s\u00e9rio problema \u00e9 analisar quem aprende sozinho. Neste cen\u00e1rio, a tarefa de investir na cria\u00e7\u00e3o de documenta\u00e7\u00e3o recebe prioridade, pois o pensamento \u00e9 que quem criou o c\u00f3digo sempre vai se lembrar dele no futuro. J\u00e1 escrevi um pouco sobre isso com foco no DBA, mas acredito que as li\u00e7\u00f5es e tipos de artefatos apresentados naquela ocasi\u00e3o ainda s\u00e3o v\u00e1lidos e podem ajudar quem d\u00e1 pouca ou nenhuma aten\u00e7\u00e3o \u00e0 documenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Foco na implementa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o no design<\/strong><\/p>\n<p>Durante o per\u00edodo de aprendizado, \u00e9 comum gastar mais tempo tentando resolver os problemas do que analisando suas caracter\u00edsticas. Isso j\u00e1 foi destacado no artigo que escrevi aqui no blog, onde discuti e apresentei recomenda\u00e7\u00e3o sobre como focar no problema, ao inv\u00e9s da solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando me deparo com pessoas que aprenderam a programar sozinhas, na maioria das vezes fica claro o padr\u00e3o de comportamento representado pela dificuldade de analisar, conceber e pensar no design da solu\u00e7\u00e3o e como este design deve ser separado da implementa\u00e7\u00e3o do c\u00f3digo. A avidez por sair codificando e utilizando os recursos de produtividade das plataformas de desenvolvimento mostra que o design e arquitetura acabam ficando de lado perante aspectos de implementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tal atitude tamb\u00e9m fortalece e favorece o trabalho customizado, no sentido de que a cada novo problema a maneira de resolv\u00ea-lo vai ser diferente da anterior. Este modo de trabalho ad hoc pode ser bom para cen\u00e1rios altamente vol\u00e1teis e com requisitos imprevis\u00edveis (algo raro) que tornam a previs\u00e3o da pr\u00f3xima necessidade imposs\u00edvel de ser conhecida. N\u00e3o obstante, geralmente o trabalho no dia a dia requer um n\u00edvel alto de sistematiza\u00e7\u00e3o das atividades onde processos e pr\u00e1ticas comuns s\u00e3o largamente empregadas sem muito desvio.<\/p>\n<p>Este tipo de trabalho sistematizado, previs\u00edvel e altamente compartimentalizado \u00e9 visto com bons olhos na programa\u00e7\u00e3o profissional, pois ele permite que sejam feitas previs\u00f5es e que metas sejam completadas com sucesso dentro do prazo. O que quero dizer aqui \u00e9 que o v\u00edcio do modo cowboy de programa\u00e7\u00e3o (tamb\u00e9m chamado de her\u00f3ico) \u00e9 muito comum em cen\u00e1rios onde o programador tem a convic\u00e7\u00e3o de resolver tudo sozinho e que sem sua \u201cm\u00e1gica\u201d nada vai funcionar corretamente. Contudo, agir desta maneira pode acabar sendo contraproducente quando \u00e9 preciso encarar a programa\u00e7\u00e3o de modo profissional.<\/p>\n<p><strong>Muita duplica\u00e7\u00e3o de c\u00f3digo e pouca reusabilidade<\/strong><\/p>\n<p>Quando analiso o c\u00f3digo de outras pessoas, fico atento a um dos principais ind\u00edcios que me permite identificar se estou lidando com algu\u00e9m que aprendeu sozinho: o abuso dos recursos de copiar e colar representado pela alta taxa de duplica\u00e7\u00e3o de c\u00f3digo e quase nenhuma usabilidade.<\/p>\n<p>Os recursos de copiar e colar est\u00e3o entre os principais truques que aumentam a produtividade de quem programa. E pela facilidade destas opera\u00e7\u00f5es \u00e9 quase uma consequ\u00eancia observar que tanta gente acaba duplicando de forma inadequada o c\u00f3digo ao inv\u00e9s de utilizar t\u00e9cnicas adequadas de reusabilidade.<\/p>\n<p>O abuso das t\u00e9cnicas de copiar e colar e c\u00f3digos fontes \u00e9 t\u00e3o disseminado que uma vez conversando com um colega ele sugeriu uma atitude radical: a cria\u00e7\u00e3o de um \u201cpol\u00edcia do copy &amp; paste\u201d. Esta pol\u00edcia seria respons\u00e1vel por detectar, julgar, sentenciar, punir e criar novas leis para erradicar e obliterar o uso bizarro de copiar e colar em c\u00f3digo fonte. Acho que n\u00e3o preciso dizer que este meu colega era respons\u00e1vel por dar manuten\u00e7\u00e3o em c\u00f3digo fonte legado e n\u00e3o conhecia ou n\u00e3o praticava algumas das t\u00e9cnicas descritas para manipular c\u00f3digo legado descritas em outro artigo meu.<\/p>\n<p>Aqui vale a pena investir em design patters, refatora\u00e7\u00e3o, componentiza\u00e7\u00e3o, uso de frameworks e o t\u00e3o negligenciado olhar focado no design atrav\u00e9s da boa modelagem de classes, relacionamentos, interfaces e outros elementos.<\/p>\n<p>Para fechar este artigo, gostaria de terminar com um tom otimista: todas as pessoas que trabalham com programa\u00e7\u00e3o possuem um ou outro h\u00e1bito, v\u00edcio ou mania ruim que pode ser melhorado. Isso faz parte do jogo. Mas acredito que nunca \u00e9 tarde para para tentar reduzir o impacto que este h\u00e1bito ruim pode trazer na vida profissional de um desenvolvedor.<\/p>\n<p>&#8212;&#8211;<\/p>\n<p>Artigo publicado no <a href=\"http:\/\/imasters.com.br\/gerencia-de-ti\/carreira\/vicios-e-manias-de-quem-aprende-programar-sozinho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">iMasters<\/a>.\t\t\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\t\t\t\tAtualmente, \u00e9 muito comum encontrar desenvolvedores, programadores e demais profissionais que aprenderam a programar sozinhos. \t\t\t\t<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2813,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[76,99,158,206],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>V\u00edcios e manias de quem aprende a programar sozinho - Blog DialHost<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Atualmente, \u00e9 muito comum encontrar desenvolvedores, programadores e demais profissionais que aprenderam a programar sozinhos.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.dialhost.com.br\/blog\/vicios-e-manias-de-quem-aprende-programar-sozinho\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"V\u00edcios e manias de quem aprende a programar sozinho - 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